Disfunção Sexual Feminina

O que é?

A sexualidade busca necessidade emocional e proximidade entre os indivíduos, além de satisfação do desejo e do prazer físico. O ciclo da resposta sexual normal é dividido em 4 etapas: desejo, excitação, orgasmo e resolução, e quando as respostas sexuais, ou qualquer uma das fases que fazem parte da resposta sexual são prejudicadas, o resultado é uma disfunção sexual.

Muitas podem ser as causas: orgânicas (anomalias genéticas e congênitas, doenças agudas ou crônicas, e uso de medicações) ou psicológicas (socioculturais e comportamentais). Disfunções sexuais podem afetar de 40% a 51% das mulheres, e condições especiais podem estar relacionadas ao seu desenvolvimento como incontinência urinária, dor pélvica, câncer de mama, menopausa e climatério.

Fatores de risco

Os fatores de risco são aqueles que aumentam a possibilidade do surgimento da disfunção sexual:
          • Diabetes
          • Doença cardiovascular
          • Problemas genitourinários (como incontinência urinária)
          • Depressão
          • Transtornos psiquiátricos e psicológicos
          • Doenças crônicas
          • Uso de anticoncepcionais e antidepressivos

Principais disfunções sexuais

A fisioterapia pode atuar em algumas disfunções sexuais:

          • Transtorno do desejo sexual hipoativo:
        Desejo/interesse sexual ausentes ou muito diminuídos, não havendo pensamentos, fantasias sexuais e responsividade do desejo aos estímulos sexuais.

          • Transtorno de excitação:
        Sensação de excitação e prazer sexual diminuída ou ausente, prejuízo na excitação vaginal, lubrificação vaginal e sinais de resposta física sem alterações.

          • Transtorno orgásmico:
        Falta de orgasmo, diminuição da intensidade das sensações orgásmicas, atraso na obtenção do orgasmo.

          • Dispareunia:
          Dor persistente ou recorrente que acontece com a introdução parcial ou completa do pênis e/ou com os movimentos na relação sexual.

          • Vaginismo:
        Contração da musculatura pélvica involuntária, dificuldade de permitir a introdução do pênis, de dedos ou de outros objetos na vagina, primordialmente tem causa psicológica.